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17/01/2018

Grandes poderes, grandes responsabilidades: conheça 4 dos maiores doadores do mundo

O filantropo Andrew Carnegie certa vez disse:

“Ninguém pode se tornar rico sem enriquecer os outros. O homem que morre rico morre desonrado.” 

Fazendo valer suas palavras, alguns dos homens mais ricos do mundo têm voltado boa parte de sua fortuna aos mais necessitados.

Seja através da criação de fundações ou de doações de recursos a causas específicas, em 2015 a soma das contribuições dos 20 bilionários mais generosos do mundo, de acordo com uma pesquisa conduzida pelo Business Insider, foi de 106.8 bilhões de dólares!

Quer conhecer melhor algumas das maiores doações realizadas por esse grupo de filantropos? Confira!


Mark Zuckerberg: 99% de toda a fortuna para causas sociais 


O criador do Facebook é um dos bilionários mais jovens do mundo - e também um dos filantropos mais expressivos da atualidade. 

Quando sua filha nasceu, ele e a esposa, a Dra. Priscilla Chan, prometeram doar 99% das ações do Facebook a causas sociais em seu nome.

Em 2016, também prometeram investir 3 bilhões de dólares ao longo da próxima década para ajudar na prevenção, tratamento e, quando possível, cura de todas as doenças do mundo até o fim do século.

Antes disso ainda, o casal doou 25 milhões de dólares para a luta contra o ebola e 75 milhões para o San Francisco General Hospital, através da Silicon Valley Community Foundation.

Mas o compromisso dos dois não se resume à saúde. Eles também já doaram 100 milhões de dólares das ações do Facebook para uma rede de educação pública em Nova Jersey.

Além disso, seu trabalho filantrópico pela Chan Zuckerberg Initiative inclui financiamento de start-ups educacionais e escolas autônomas. Hoje, porém, o casal se concentra em financiar trabalhos científicos voltados à saúde.


Michael Bloomberg: 42 milhões pelo desenvolvimento 


O bilionário Michael Bloomberg é fundador de uma das maiores empresa de tecnologia e dados para o mercado financeiro e agência de notícias operacional em todo o mundo, a Bloomberg L.P. 

Parte de sua fortuna é direcionada à Bloomberg Foundation, cujas principais causas apoiadas são a educação, a saúde e o meio-ambiente.

Recentemente, porém, Michael lançou uma iniciativa de 42 milhões de dólares para auxiliar na gestão de dados e informações em cidades de médio porte nos Estados Unidos.

Intitulada What Works Cities, à época de seu lançamento ela ajudava 100 cidades a obterem melhor administração através da tecnologia. A iniciativa faz parte da Bloomberg Philanthropies, uma extensão de seu trabalho social pela Bloomberg.

Ele também já apoiou instituições como a John Hopkins University, a World Lung Foundation, a OMS e a Sierra Club Foundation, somando mais de 3 bilhões de investimentos voltados à caridade ao longo de sua vida.


George Soros: doações pela luta contra o preconceito 


O magnata e investidor George Soros é o líder da Open Society Foundations, uma rede de fundações que ele criou em 1979 e cujas principais doações são para causas internacionais, desenvolvimento comunitário, serviços sociais, saúde e educação. 

Focada nos Direitos Humanos, a organização ajuda, expressivamente, países em situação severa de desigualdade. O primeiro ato de Soros pela Open Society, por exemplo, foi a doação de bolsas de estudos para sul-africanos negros durante o Apartheid.

Além disso, até 2015, estimava-se que suas contribuições chegassem a cerca de 8 bilhões de dólares, fazendo dele um dos bilionários mais socialmente ativos do mundo atualmente.


Bill Gates: quitou a dívida da Nigéria com o Japão

 

O fundador da Microsoft é o filantropo mais famoso do mundo - e não é para menos: no ano passado, ele voltou 4,6 bilhões de dólares em ações de sua empresa à caridade. 

Além disso, através da Bill & Melinda Gates Foundation, criada por ele junto de sua esposa, presta assistência significativa no combate ao pólio ao redor do mundo, como parte de suas ações sociais.

E, para começar 2018 da melhor forma, seu primeiro gesto de grande impacto pela fundação foi a quitação da dívida de 76 milhões de dólares que a Nigéria tinha com o Japão. Sim, é isso mesmo: eles arcaram com a quantia que a Nigéria estava devendo ao Japão devido a um empréstimo realizado pelo segundo em 2014, para erradicação do pólio no país africano.

A fundação também financia pesquisas e trabalhos em prol do tratamento da doença, gastando cerca de 3 bilhões, anualmente, pela iniciativa. Hoje, em apenas dois países o pólio é endêmico: no Paquistão e no Afeganistão.

Além deste, outros trabalhos sociais da Bill & Melinda Gates Foundation incluem bolsas para iniciativas e programas em todo o mundo, com foco no desenvolvimento agrícola, assistência emergencial, bibliotecas globais, pobreza urbana, saúde global e educação.

Ao todo, estima-se que Bill Gates tenha contribuído com algo em torno de 35 bilhões de dólares para causas sociais até hoje.

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Essas ações te inspiraram a ajudar? Pois saiba que você não precisa ter bilhões na sua conta para fazer a diferença. Qualquer ajuda é significativa!

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