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13/12/2017

Por que damos presentes de Natal? Entenda essa tradição solidária!

Decorar a árvore, reunir os entes queridos, preparar a ceia… O Natal é uma festa cujas tradições estão intimamente ligadas à coletividade e ao amor ao próximo.

Seja para celebrar o nascimento de Cristo, ou, simplesmente, encerrar o ano ao lado de quem você mais estima, o espírito é o mesmo: paz, alegria, afeto, gratidão e, sobretudo, solidariedade.

Afinal, é nesta época que olhamos ao redor e valorizamos tudo o que conquistamos e preservamos ao longo do ano. E é por isso, também, que nos tornamos mais conscientes das necessidades do outro.

Não é à toa que uma das tradições mais populares da data é o ato de presentear. Enraizado em iniciativas solidárias de séculos atrás, o costume pode até ter adquirido novas formas, mas nunca perdeu seu propósito: fazer um bem.

Por isso, neste post vamos nos aprofundar na história de São Nicolau, o homem por trás do mito que sintetiza o espírito natalino solidário, para entender as origens do “bom velhinho” e nos inspirarmos a contribuir com um fim de ano melhor para os mais necessitados!

Acompanhe:

Por que damos presentes no Natal?

 

Presentear alguém é uma das melhores formas de dizer “estou pensando em você”. Seja amigo, familiar, conhecido ou, até, desconhecidos, o gesto é uma expressão clara de empatia e carinho.

Contudo, nos primórdios dessa tradição, os presentes eram uma forma de auxiliar pessoas carentes. Era muito comum que a parcela mais pobre da população recorresse a santos milagreiros ou figuras religiosas em busca de soluções para suas tragédias pessoais, e foi assim que os primeiros mitos natalinos surgiram.

Por isso, o precursor de um dos símbolos clássicos do Natal - o bom velhinho que distribui presentes - foi São Nicolau, uma figura mística que, de acordo com as histórias contadas de geração a geração, ajudava moças e crianças em situação de pobreza.

Em uma das narrativas mais populares, conta-se que São Nicolau deu um dote a três moças pobres e muito jovens, para que elas pudessem encontrar um noivo e se casar, evitando, assim, que caíssem na prostituição.

Outra conta que São Nicolau era um clérigo que distribuía presentes a crianças de sua cidade no mês de dezembro, como recompensa para aquelas que se comportassem bem durante o ano, e foi esta que deu origem à figura do Papai Noel alguns séculos mais tarde.

Com o tempo, celebrações religiosas inspiradas pelas histórias em torno de São Nicolau ajudaram a consagrar a tradição dos presentes entre diversos povos, que modificaram alguns detalhes de sua figura e variaram as manifestações festivas, mas sempre destacando seu perfil caridoso.

 

Mas, afinal, quem foi São Nicolau?

 

Muito mais do que “o verdadeiro Papai Noel”, Nicolau foi o protagonista de inúmeras ações caridosas durante o século III. Filho de família rica, se tornou sacerdote da diocese de Mira e ficou conhecido por suas frequentes ações pelos mais necessitados.

Diz-se que, ao receber de herança uma grande quantia de dinheiro, ele partilhou sua fortuna com a parcela mais carente de sua cidade, e que costumava deixar presentes nas portas das casas de pessoas pobres.

Por essas iniciativas, morreu com fama de santidade e foi canonizado.

Quando algumas das festividades relacionadas a suas lendas foram incorporadas ao calendário litúrgico católico, pouco a pouco as tradições se sincretizaram e formaram o Natal que celebramos hoje.

 

Vamos fazer um Natal solidário?

 

Por mais diferentes que suas celebrações sejam ao redor do mundo, a herança que São Nicolau nos deixou é a mesma: a solidariedade.

Assim, com um de seus principais aspectos voltado a ajudar o próximo, o Natal se tornou sinônimo de companheirismo, acolhimento e assistência às vítimas da desigualdade social.

Que tal levar a tradição de São Nicolau adiante?


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Vamos #Fazer1Bem, juntos!